Setembro 30, 2009

Consultoria de decoração

Quando um profissional de design de interiores vai à residência de uma pessoa prestar um serviço de consultoria, ele terá de observar um “roteiro” de questionamentos que serão feitos a partir de uma conversa com os moradores. Algumas questões precisam ser levadas em conta por interferirem diretamente no projeto e também por contribuir para o sucesso ou insucesso do trabalho. As consultorias demoram em média umas 4 horas e, ao final, o cliente recebe o projeto pronto, com a análise e propostas de soluções para a casa ou para o ambiente que escolheu modificar. É fundamental que todos os moradores estejam em casa no momento da consultoria, inclusive crianças, pois todos serão ouvidos. Abaixo, relacionamos as principais questões que serão observadas pelo consultor.

1) Quem mora na casa e seus nomes - primeira coisa que o profissional precisa saber. Ele deve se referir às pessoas pelo nome, sempre. É importante saber se há filhos de outros casamentos que visitem e com que freqüência;

2) Tipo de residência – a pessoa vive em uma casa, apartamento, loft, sobrado?

3) História da pessoa – ela sempre viveu naquela casa, naquele bairro? Sempre morou em casa ou em apartamento? Mudou de casa para apartamento ou vice-versa? Uma pessoa que sempre viveu em casa e se muda pra um conjugado vai se sentir presa em um caixote. O projeto precisa observar isso;

4) Idade aproximada – é preciso reconhecer a faixa etária da pessoa, obviamente sem perguntar diretamente. Montar um projeto contemporâneo para um casal de idosos pode fazer com que eles não se sintam de fato "em casa", por exemplo.

5) Escolaridade – auxilia indiretamente;

6) Gosto musical – se o morador é sambista, por exemplo, pode gostar de expor elementos do ritmo em sua casa;

7) Temperamento/ personalidade de cada morador da casa;

8) Final de semana – passa os finais de semana em casa, assistindo filmes ou fica bastante tempo fora de casa?

9) Amigos – recebe visitas e com que freqüência? Prefere visitar a receber? Recebe amigos dos filhos?

10) Animais de estimação – tipo, porte e idade (animais idosos exigem cuidados específicos que precisam ser considerados no projeto). Quando há animais, é prudente evitar carpetes, tapetes, madeira. O porcelanato é sempre uma boa opção, pois é de fácil limpeza;

11) Empregados – quantos, periodicidade, relação (familiar ou profissional?), idade. A área destinada a empregados será pensada e planejada de acordo com a realidade da família. Caso possuam empregados que dormem no local, como babás, será preciso considerar o mobiliário e providenciar o mínimo de conforto necessário. Caso a relação seja de muito tempo, a pessoa sendo praticamente “da família”, é possível prever maiores recursos no projeto para essa área. Quando não há empregados, o quarto pode funcionar como depósito ou escritório;

12) Profissão – é preciso identificar a atividade que a pessoa de fato exerce. Há advogadas que trabalham com pintura ou artesanato em sua própria casa, por exemplo, o que implica em alterações no projeto;
13) Estilo - casual, clássico, contemporâneo ou rústico? É preciso identificar o que de fato o cliente deseja e traduzir o estilo da pessoa. Nem sempre o que o cliente chama de rústico de fato é. Entender os conceitos do cliente é fundamental para evitar erros de interpretação no projeto;

14) Hobby – o que o cliente gosta de fazer nas horas vagas pode interferir no projeto da casa;

15) Esportes – se a pessoa pratica esportes profissionalmente, o projeto poderá ser pensado considerando essa particularidade. A casa de um surfista profissional será decorada de forma diferente, com um estilo mais despojado. Caso as pessoas possuam equipamentos esportivos, o projeto deverá incluir soluções e proposta de espaços para guarda-los/ acomoda-los;

16) Permanência familiar – quanto tempo a família fica em casa e os horários;

17) Posição do sol – interfere nas cores a serem aplicadas nas paredes. Ex: se “bate” muito sol da tarde, evitar o amarelo, o vermelho, o laranja (que aquecem o ambiente, o que é ruim em uma casa quente) e o branco (que reflete a luz e amplia). Essas cores servem para casas frias ou úmidas, com pouco sol. Em casas com sol intenso, preferir os pérolas, marfins, beges claros, os verdes claros (menta), que refrescam;

18) Localização do imóvel – transporte urbano/ pessoal; ruído; comércio; bairro (rua);

19) Vizinhança; e

20) O que o cliente deseja com a consultoria.
Fica aqui como dica para os que pretendem fazer modificações em suas casas e sintam a necessidade de apoio profissional. Antes, esse tipo de serviço se limitava a atender uma parcela que podia pagar valores altos por projetos, mas atualmente o preço já está bem mais acessível. Acaba valendo a pena o exercício de pensar reformas e compra de mobiliário com apoio desses profissionais. Evita-se erros e ganha-se em tempo e dinheiro bem empregado. ;-)

Setembro 29, 2009

Caldinho verde


Quem é capaz de resistir a um caldo verde quentinho, em um dia frio e chuvoso? Fácil de preparar, delicioso de saborear como entrada ou prato principal. A batata nos dá a energia do carboidrato, a couve é rica em em vitaminas A e C, além de cálcio, fósforo e ferro, quer mais? A carne nos dá a proteína, a "força", mas que pode ser substituída pela soja ou mesmo retirá-la. Experimente fazer com inhame, ao invés da batata e surpreenda seu paladar.

Vamos lá!

Em uma panela, coloque três batatas médias, meia cebola e um dente de alho cortados grosseiramente e um caldo de galinha. Acrescente água e deixe ferver até que a batata cozinhe por completo. Enquanto isso, lave a couve, deixe em solução de limpeza e depois corte o mais fininho que conseguir. Reserve. Cozinhe as carnes em pressão ou fervura e reserve. Após o cozimento das batatas, despeje tudo em um liquidificador, bata por um minuto e devolva à panela. Regue com azeite de oliva a gosto. Misture a couve e deixe ferver por um tempo, acrescendo em seguida as carnes. A consistência deve ser cremosa.

Agosto 30, 2009

Passo-a-passo de um projeto residencial


Uma das coisas que aprendi no curso de Decoração de Interiores foi reconhecer o trabalho dos profissionais da área. Eu simplesmente acreditava que todo mundo é capaz de reformar e decorar por conta própria, sem maiores complicações. (Justo eu, administradora, que brigo tanto porque todo mundo acha que administrar é senso comum).

De fato, todo mundo pode dar conta sozinho dessa empreitada. Agora, que contar com ajuda profissional pode ser decisivo para as boas escolhas, não tenho mais dúvida. Os ganhos não são só de tempo, esforço e de sucesso do projeto, mas também financeiros, pois acabamos evitando gastos excessivos, retrabalho na obra ou compras equivocadas na decoração.

Lembro da história de uma jornalista que comprou uma mesa mineira para combinar com as cadeiras de acrílico transparentes que já possuía. Quando recebeu a mesa, uma decepção: a mesa era mais alta que o padrão produzido pelas lojas, o que causou desconforto no sentar. Um olhar atento de um profissional, que mediria a altura dos assentos e dos usuários, poderia ter resolvido o problema, estipulando a altura ideal para a mesa.

Assim, é importante que todos nós conheçamos o trabalho de cada um dos profissionais que nos ajudam a deixar a nossa casa perfeita.

Em um projeto residencial, o ideal é seguir o seguinte passo-a-passo:

1º passo: O arquiteto desenha a planta do imóvel que se quer construir/reformar;

2º passo: O engenheiro (ou empresa de engenharia) analisa a obra e o projeto do arquiteto;

3º passo: O arquiteto analisa as informações do engenheiro e revisa o projeto;

4º passo: O decorador observa todas as questões relacionadas à alvenaria, portas e janelas ( local / estilo/ tamanho), tomadas (interruptor/ telefone/ antena), iluminação (pontos de luz/ lâmpada/ luminária), revestimentos de piso, paredes e teto (tipo/ cor/ aplicação), layout do projeto e a estética. O ideal é que o decorador entre no momento imediatamente anterior à subida de paredes.

5º passo: FENG SHUI (lê-se fong suei) - não tem nada a ver com religião. É uma técnica oriental de harmonização de ambientes. Ajuda na orientação sobre as cores, objetos de decoração e na "saúde" da casa.

6º passo: Home Organizer - Um profissional organiza todos os cômodos da nova casa. Estes profissionais cobram por diária, então acabam sendo contratados para arrumar closets, em especial.

Sempre pensei que "decorador é coisa para ricos". De certa forma, pagar um profissional pode parecer um supérfulo ou caro, quando já temos que gastar com materiais de construção, etc. Mas já existem os que cobram por projeto ou por cômodo, com valores bastante acessíveis. Vale a pena. Grande beijo!

Cursos de decoração e organização

Meu interesse pela decoração de interiores cresce a cada dia. Tenho vontade de fazer um curso superior na área por puro prazer. Estudar é ótimo quando o assunto nos interessa. Enquanto não encontro tempo para os de longa duração, estou fazendo alguns cursos mais curtos, com a proposta de conhecer conceitos e temáticas que possam me ajudar no dia-a-dia. Fiz, então, dos cursos de 16h - Decoração de Residências e Organização de Espaços - com a arquiteta, designer e organizer Rossana Estrella e pretendo dividir com vocês um pouco do que aprendi. Espero que gostem! Beijos!

Agosto 17, 2009

Coisas da Itália


Quando viajo, sinto necessidade de trazer algo que sirva de lembrança do lugar. Adoro ímãs de geladeira em especial e os amigos ajudam a ampliar a coleção. Não deixo de visitar os mercados e as feirinhas das cidades, pois é um programa que curto bastante.
Mas sempre que vou à Teresópolis, PRECISO passar na feirinha do Alto e trazer prá casa os produtos artesanais de um senhorzinho italiano que vende o melhor molho de tomate que já provei. E já que estava lá mesmo, trouxe também tomate seco e a tradicional sardela. Não resisti. Agora estou aqui imaginando o que fazer com eles. Alguma sugestão? ;-)

Agosto 16, 2009

Flores secas


Passar o final de semana fora de casa é um santo remédio para qualquer estresse ou desânimo. Sair da rotina, dormir em outra cama que não a sua gera movimento, o corpo percebe a mudança. Se vier acompanhado de bons amigos, clima de montanha, ar puro, comidinhas que aqueçam o corpo e a alma...hum... melhor ainda.

Este final de semana estive na casa da Diná (amiga que me apresentou ao marido anos atrás) em Teresópolis, lugar que adoro. Aproveitei para enriquecer este espaço com as particularidades que encontro na casa de amigos. Um olhar mais atento e pronto: encontramos uma idéia, pronta para ser copiada.

Confesso que tenho um pouco de resistência ao uso de flores artificiais na decoração. Prefiro as naturais, sem dúvida, embora as primeiras já consigam imitar as outras com perfeição e requinte. Quando me deparei com esse arranjo tão despretencioso na casa da Diná, foi amor à primeira vista. Gostei demais da combinação da jarra bojuda de metal prateado com as flores secas que vendem ali, na feirinha de artesanato de Teresópolis. Simples e gracioso, como tudo deveria ser.

Agosto 12, 2009

Mar de leite


Por baixo, a areia fina, leve, que sopraria caso não fosse sobreposta pelo mar... de leite.

Na cozinha do vizinho encontramos preciosidades. Foi o caso desse pavê de doce de leite que encontrei no site da Dadivosa tempos atrás. Já fiz duas vezes, mas as fotos nunca ficavam boas. Agora chegou a hora de postar aqui essa receita tão clássica, tão "antiguinha" e que é uma delícia. Lembra os doces de vó, os que não esquecemos.

Ingredientes:
4 gemas 8 colheres de sopa de açúcar - usei menos
150 g de manteiga em temperatura ambiente - recomendo a da marca Aviação
2 latas de creme de leite sem soro
1 a 2 xícaras de leite
2 1/2 pacotes de biscoito maisena
1 1/2 lata de doce de leite (ou uns 500 g) - usei o da marca Aviação também
150 g de castanha de caju moída - pode-se substituir por cerejas em calda para decorar

"Com o auxílio da batedeira, faça uma gemada bem clarinha batendo bem o açúcar com as gemas. Adicione a manteiga e bata até incorporar. Junte o creme sem soro e bata até o creme ficar homogêneo e reserve. Inicie a montagem: faça uma camada fina de creme no fundo da travessa, vá passando os biscoitos rapidamente no leite e colocando-os lado a lado, bem juntinhos. Cubra com um pouco de creme, nova camada de biscoitos e assim por diante, finalizando com os biscoitos. Misture bem o doce de leite com uma colher, para desmanchar. Leve-o ao microondas por um minutinho, para ajudar. Cubra os biscoitos da última camada com uma generosa e caprichada porção de doce de leite. Polvilhe a castanha de caju e leve à geladeira. Sirva no dia seguinte, bem geladinho." Obrigada, Dadivosa!

Foto: J. C. Rocha

Agosto 02, 2009

Picanha no forno e arroz piamontese


Este prato é ótimo para servir aos amigos em um dia frio, acompanhado de um vinho tinto leve. Parece complexo e elaborado, mas é tão simples que de primeira eu já acertei! E olha que não faz muito tempo que aprendi a fritar ovos...rs Fiz para comemorar o dia dos namorados este ano. Aprovado com louvor.
Ingredientes para o arroz:
-3 xícaras de arroz parboilizado;
-3 e ½ xícaras de caldo de frango;
-1 lata de cogumelos em conserva;
-2 copos de vinho branco seco;
-1 cebola média;-2 dentes de alho;
-200g de manteiga; use manteiga mesmo!!
-100g de queijo parmesão; vale a pena investir em uma boa marca
-200g de mussarela;
- 1 e ½ xícara de creme de leite fresco ou 1 caixinha de 200g; e
-sal e pimenta branca a gosto;

Pulo do gato?

Não tem, mas minha dica é deixar tudo preparado antes de iniciar. Lave o arroz (não muito) e deixe escorrer até secar. Enquanto isso, fatie os cogumelos, pique bem a cebola, esprema o alho, dissolva os 2 tabletes de caldo de frango (preferencialmente os sem gordura!) em 2 litros de água, rale os queijos e deixe à mão os demais ingredientes. Quando dá tempo, eu escorro o caldo em um pano limpo, sem uso, para retirar os resíduos dos temperinhos que vem nos caldos de frango. Use manteiga de qualidade e um bom queijo parmesão, pois faz sim diferença. Tudo pronto?

Vamos lá:

Doure a cebola e o alho em metade da manteiga. Junte o arroz cru, já sequinho, refogue bem e acrescente o vinho branco. Deixe secar esse líquido completamente e só então acrescente o caldo de frango. Tampe a panela, baixe o fogo, tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar normalmente. Após 8-10 minutos, aproximadamente, observe se o arroz está úmido, ainda sem secar completamente. O ideal é que o arroz fique “al dente” e úmido, para que possa dar “liga”. Nesse ponto, junte os cogumelos fatiados, acrescente o restante da manteiga, o creme de leite e os queijos, tomando o cuidado de incorporar os ingredientes aos poucos. Corrija o sal e, se for necessário, acrescente leite até que o arroz fique com a consistência que você desejar. Retire do forno e sirva em seguida.

A picanha:

Simples. Para uma peça de picanha de 1kg aproximadamente, utilize 3 kg de sal grosso. Cubra o fundo de uma assadeira com 1 kg do sal e coloque a picanha com a gordura virada para cima e cubra com o restante do sal grosso. Não pode deixar nenhuma parte exposta! Leve ao forno médio a alto por 50 minutos (para quem prefere ela mais mal passada por dentro) ou mais. O sal criará uma “crosta” dura e resistente, que impedirá que o suco da carne se perca, cozinhando-a em seu próprio líquido. Ao retirar do forno, quebre a crosta de sal, fatie e sirva com o arroz.

Pizza da Dona Luiza

Pizza. Hum. Pizza... Quem não gosta? Pode ser vegetariano, natureba, vai comer pizza de alfafa e broto de feijão, com farinha integral, mas vai amar essa delícia. Receita de massa cada um tem a sua. Eu confesso que não sou tarada por pizza não, posso viver sem ela, mas quando penso em comer, prefiro a da minha mãe. Massa alta, fofa, leve, aquele monte de queijo derretido por cima e muito tomate! Tem quem prefira a massa tipo biscoito. Eu gosto também, enche menos, come-se mais. rs Entretanto, o diferencial aqui é justamente dividir com os amigos o nosso mundo, o nosso modo de fazer. Essa receita é fácil, rápida e faz um sucesso danado. Se testar, escreva-me dizendo o que achou. Grande beijo!

Ingredientes:

- 5 colheres cheias ou 1 tablete de manteiga (minha mãe usa margarina);
- 30 gramas de fermento de pão;
- 1 colher de sopa rasa de açúcar;
- 1 colher de chá de sal;
- 1 copo de leite morno;
- 1 colher de chá de cebola ralada; e
- 3 xícaras de farinha de trigo.

Faça assim: dissolva o fermento no leite morninho. Em seguida, acrescente os ingredientes em um recipiente e misture tudo. A massa é mole mesmo, não precisa acrescentar mais farinha. Deixe descansar, se for possível, por uns 30 minutos. Depois, lambuze as mãos com óleo para poder modelar, trabalhar a massa, espalhando-a lentamente pelos tabuleiros. Como é mole, fica mais trabalhosa para espalhar. Compensa. Espalhou? Coloque por cima o molho de tomate de sua preferência ou faça o seu, usando tomates italianos frescos (aqueles mais compridinhos e carnudos), cebola e muitos verdinhos, levando ao fogo até reduzir e engrossar. Cubra com mozzarella ralada a gosto, rodelas de tomate e manjericão. O topo você colore com o que quiser e gostar. Eu amo rúcula com parma! Qual o seu preferido?

(Re)começar


Amigos, visitantes do blog.

Quanto tempo!

Estava com sinceras saudades de escrever aqui e de visitar os blogs amigos.

O motivo do sumiço foi uma sucessão de acontecimentos que culminaram numa completa falta de tempo e de condições (físicas e mentais) para este espaço aqui, que é um deleite pra mim.

Foram momentos difíceis, duros, porém construtivos para mim, sobretudo do ponto de vista do crescimento e amadurecimento pessoal.

Estudei muito, fiquei doente, mudei de emprego, fui convocada por um concurso público, tive algumas perdas e muitos ganhos. Foi preciso canalizar toda a energia para outras atividades e para mim mesma. Então, algumas coisas, por mais prazerosas que fossem, tiveram de ser deixadas de lado em favor de tudo o que estava ocorrendo em minha vida. Mas a paixão pela culinária e pela decoração continuam. Mas já não sou mais a mesma pessoa. O olhar apurou, o paladar também.

Vou postar algumas coisas que estiveram guardadas, mas com o tempo vocês perceberão as mudanças de que falo aqui. A vida é assim, estamos em eterna transformação e "o caminho se faz ao caminhar." Caminhemos, juntos, então!

Grande beijo.