abril 13, 2010

Bacalhau ao creme de leite

Nas andanças pela net encontramos blogs que são verdadeira fonte de inspiração. Um dos primeiros que visitei foi o Elvira`s Bistrot. Pesquisando receitas de bacalhau, dei de cara com essa maravilha, que você pode conferir aqui. Segue a minha adaptação.

Elvira, querida, ficou divino! Obrigada por nos maravilhar com suas iguarias.

Ingredientes:

- 1 kg g de bacalhau;
- 5 batatas inglesas grandes;
- 2 cebolas médias;
- 50 g de manteiga;
- Azeite;
- 4 ovos;
- 300g de creme de leite;
- queijo parmesão ralado na hora.

Para o molho bechamel:

- 2 xícaras de leite de leite;
- 40 g de manteiga;
- 40 g de farinha de trigo;
- noz-moscada;
- sal;
- pimenta do reino.

Cozinhe os ovos por dez minutos aproximadamente, escorra-os, coloque-os em uma vasilha com água gelada e aguarde esfriar por completo. Cozinhe também as batatas com casca em água com sal. É importante que estejam cozidas, porém firmes, para que possam ser cortadas em rodelas uniformes a serem dispostas no recipiente que receberá o bacalhau.

Costumo deixar o bacalhau dessalgando em água gelada da noite para o dia, trocando a água quando em vez e ainda assim fervo as postas por uns 10 minutos para retirar o sal. Assim que ferver, retire da água e deixe esfriar. Em seguida, desfie o bacalhau em lascas grossas e reserve.

Descasque os ovos e as batatas. Pique os ovos e corte as batatas em rodelas, dispondo-as num pirex. Enquanto isso, pré-aqueça o forno a 200ºC.

Numa panela grande, coloque as cebolas em rodelas, a manteiga e um pouco de azeite. Doure a cebola, junte o bacalhau e refogue por uns minutos. Retire do fogo e reserve.

Faça então o molho bechamel: derreta a manteiga em fogo baixo, povilhe a farinha de trigo e envolva cuidadosamente. Mexa até a farinha ficar dourada. Em seguida, acrescente o leite e deixe ferver, até o molho ficar espesso e cremoso. Tempere com sal, pimenta e noz-moscada.

Fora do fogo, incorpore o creme de leite ao molho bechamel. Acrescente os ovos picados e as lascas de bacalhau com cebola.

Por cima das batatas já dispostas no pirex, coloque o bacalhau já envolto ao molho e polvilhe com queijo ralado na hora.

Gratine por 20 minutos aproximadamente e delicie-se com essa receita portuguesa tão tradicional e deliciosa.

abril 07, 2010

Risoto de camarão do Edu Goldenberg


O mundo virtual é realmente surpreendente. Nele descobrimos um universo de informações, gente interessante, realidades próximas ou distantes da nossa, travamos novas amizades...
Essa receita foi pescada no Buteco do Edu, blog do queridíssimo Eduardo Goldenberg. Foi por intermédio do meu irmão, Diego, que conheci seus textos, tanto do livro que publicou (Meu lar é o botequim), quanto os postados no Buteco. E foi lá que encontrei essa receita e algumas outras que nos deixam com vontade de correr para a cozinha e testar.
Edu, esse risoto foi a alegria de cinco bocas esfomeadas na sexta-feira santa. Por conta da data, não usamos o dendê, quizila de Oxalá. ;-)
Não sobrou um único grão.
Ingredientes:
- 4 xícaras de arroz parboilizado (usamos 3 xícaras);
- 2 cebolas argentinas grandes picadas (usamos 2 médias);
- 400 g de queijo parmesão ralado na hora (usamos 200g);
- 4 tomates picados e sem sementes (usamos os 4 mesmo);
- 230 ml (aproximandamente) de massa de tomate (usamos um sachê de 200ml de extrato de tomate pronto);
- 4 dentes de alho picados em cubos (usamos 3);
- 2,5 litros de caldo de legumes (usamos o mesmo indicado pelo Edu e bastou);
- 2 kilos de camarão médio (usamos 2,5 kilos);
- 1 kilo de camarão VG (não usamos);
- vinho branco verde (usamos uns 150 ml do que tinha na geladeira);
- manteiga;
- azeite extravirgem;
- creme de leite (usamos 1 caixinha);
- azeite de dendê (não usamos);
- coentro picadinho a gosto.
Obedecemos as orientações do Edu e fizemos da seguinte forma:
Dissolvemos dois caldos de legumes em 2,5 litros de água, aquecendo em fogo brando. Enquanto isso, iniciamos o preparo do arroz. Deixamos a manteiga derreter no fundo de uma panela grande. Douramos a cebola, sem deixar queimar, e em seguida acrescentamos o alho picadinho. Fritamos o arroz nesse refogado perfumado. Em seguida, acrescentamos o vinho, deixando evaporar quase que por completo. O perfume é realmente delicioso.
Feito isso, acrescentamos uma concha do caldo de legumes, mexendo para que o arroz incorporasse o líquido. Conforme o líquido ia diminuindo, mas em secar, fomos acrescentando em conchas o caldo de legumes, tomando o cuidado para não quebrar o arroz ao mexer. Ao notar que o arroz estava quase cozido, acrescentamos os camarões, o coentro, os tomates e o queijo, seguindo a orientação de não deixar os camarões se partirem ou destroçar os tomates em cubo. Nesse momento seria incluído o dendê, que não usamos.
Então, deixamos o resto do caldo evaporar, mexendo com bastante cuidado, e quando estiva cozido, mas al dente, acrescentamos o creme de leite, uma pitada de manteiga e uma colher de sopa de azeite extravirgem, incorporando com cuidado.
Os 10 minutos de espera para servir só foram respeitados porque eu finalizava um outro prato, que depois postarei a receita aqui.
Edu, muita gentileza compartilhar a receita conosco. Coisa de alma generosa. Grande abraço!

março 01, 2010

Massa ao molho funghi


Faz tempo que não passo por aqui. Às vezes queremos tanto retomar o lazer, mas a correria da vida moderna nos impede. Finalizei alguns projetos recentemente e agora, enfim, tenho mais tempo para continuar com o Trivial Básico. Confesso que rolou um desânimo, minha câmera quebrou, enfim... Mas o bacana é contar com o empurrão de amigos que gostam desse espaço e me incentivam a continuar.

Daniela, Serginho, Monique, Beto, Diná, Paula, Sessé e MARIDO: este post é pra vocês, que me deliciaram com conversas hilárias nesse jantar divino! Da próxima vez, não esqueceremos o sal... Beijos!

Massa caseira ao molho funghi

Coisa simples é preparar um molho e uma massa. Para meio quilo de massa fresca, usamos 200g de funghi secchi (não estou certa, mas acredito que foi Shimeji). Como estão desidratados, é necessário colocar em uma panela com água suficiente para cobrir tudo e esperar que hidratem, em fogo brando. Como alguns acabam apresentando uma “areia fina”, algumas pessoas preferem escorrer o líquido, mas nós preferimos utilizar a água em que foram hidratados para o molho. Retiramos o líquido, deixamos “decantar” e então coamos, a fim de retirar o máximo da "areia" sem perder o líquido. Antes de devolver o líquido para a panela, refogamos o funghi com vinho tinto, deixando evaporar. Devolvemos o líquido escuro para a panela, acrescentamos uma cebola picada, sal e pimenta a gosto. Com o fogo apagado, acrescentamos uma caixinha de creme de leite, misturando tudo. Simples, não? A massa foi comprada de uma família italiana que tem um restaurante em Friburgo, cidade serrana do interior do Rio de Janeiro. Saladinha para acompanhar. Uma delícia.

setembro 30, 2009

Consultoria de decoração

Quando um profissional de design de interiores vai à residência de uma pessoa prestar um serviço de consultoria, ele terá de observar um “roteiro” de questionamentos que serão feitos a partir de uma conversa com os moradores. Algumas questões precisam ser levadas em conta por interferirem diretamente no projeto e também por contribuir para o sucesso ou insucesso do trabalho. As consultorias demoram em média umas 4 horas e, ao final, o cliente recebe o projeto pronto, com a análise e propostas de soluções para a casa ou para o ambiente que escolheu modificar. É fundamental que todos os moradores estejam em casa no momento da consultoria, inclusive crianças, pois todos serão ouvidos. Abaixo, relacionamos as principais questões que serão observadas pelo consultor.

1) Quem mora na casa e seus nomes - primeira coisa que o profissional precisa saber. Ele deve se referir às pessoas pelo nome, sempre. É importante saber se há filhos de outros casamentos que visitem e com que freqüência;

2) Tipo de residência – a pessoa vive em uma casa, apartamento, loft, sobrado?

3) História da pessoa – ela sempre viveu naquela casa, naquele bairro? Sempre morou em casa ou em apartamento? Mudou de casa para apartamento ou vice-versa? Uma pessoa que sempre viveu em casa e se muda pra um conjugado vai se sentir presa em um caixote. O projeto precisa observar isso;

4) Idade aproximada – é preciso reconhecer a faixa etária da pessoa, obviamente sem perguntar diretamente. Montar um projeto contemporâneo para um casal de idosos pode fazer com que eles não se sintam de fato "em casa", por exemplo.

5) Escolaridade – auxilia indiretamente;

6) Gosto musical – se o morador é sambista, por exemplo, pode gostar de expor elementos do ritmo em sua casa;

7) Temperamento/ personalidade de cada morador da casa;

8) Final de semana – passa os finais de semana em casa, assistindo filmes ou fica bastante tempo fora de casa?

9) Amigos – recebe visitas e com que freqüência? Prefere visitar a receber? Recebe amigos dos filhos?

10) Animais de estimação – tipo, porte e idade (animais idosos exigem cuidados específicos que precisam ser considerados no projeto). Quando há animais, é prudente evitar carpetes, tapetes, madeira. O porcelanato é sempre uma boa opção, pois é de fácil limpeza;

11) Empregados – quantos, periodicidade, relação (familiar ou profissional?), idade. A área destinada a empregados será pensada e planejada de acordo com a realidade da família. Caso possuam empregados que dormem no local, como babás, será preciso considerar o mobiliário e providenciar o mínimo de conforto necessário. Caso a relação seja de muito tempo, a pessoa sendo praticamente “da família”, é possível prever maiores recursos no projeto para essa área. Quando não há empregados, o quarto pode funcionar como depósito ou escritório;

12) Profissão – é preciso identificar a atividade que a pessoa de fato exerce. Há advogadas que trabalham com pintura ou artesanato em sua própria casa, por exemplo, o que implica em alterações no projeto;
13) Estilo - casual, clássico, contemporâneo ou rústico? É preciso identificar o que de fato o cliente deseja e traduzir o estilo da pessoa. Nem sempre o que o cliente chama de rústico de fato é. Entender os conceitos do cliente é fundamental para evitar erros de interpretação no projeto;

14) Hobby – o que o cliente gosta de fazer nas horas vagas pode interferir no projeto da casa;

15) Esportes – se a pessoa pratica esportes profissionalmente, o projeto poderá ser pensado considerando essa particularidade. A casa de um surfista profissional será decorada de forma diferente, com um estilo mais despojado. Caso as pessoas possuam equipamentos esportivos, o projeto deverá incluir soluções e proposta de espaços para guarda-los/ acomoda-los;

16) Permanência familiar – quanto tempo a família fica em casa e os horários;

17) Posição do sol – interfere nas cores a serem aplicadas nas paredes. Ex: se “bate” muito sol da tarde, evitar o amarelo, o vermelho, o laranja (que aquecem o ambiente, o que é ruim em uma casa quente) e o branco (que reflete a luz e amplia). Essas cores servem para casas frias ou úmidas, com pouco sol. Em casas com sol intenso, preferir os pérolas, marfins, beges claros, os verdes claros (menta), que refrescam;

18) Localização do imóvel – transporte urbano/ pessoal; ruído; comércio; bairro (rua);

19) Vizinhança; e

20) O que o cliente deseja com a consultoria.
Fica aqui como dica para os que pretendem fazer modificações em suas casas e sintam a necessidade de apoio profissional. Antes, esse tipo de serviço se limitava a atender uma parcela que podia pagar valores altos por projetos, mas atualmente o preço já está bem mais acessível. Acaba valendo a pena o exercício de pensar reformas e compra de mobiliário com apoio desses profissionais. Evita-se erros e ganha-se em tempo e dinheiro bem empregado. ;-)

setembro 29, 2009

Caldinho verde


Quem é capaz de resistir a um caldo verde quentinho, em um dia frio e chuvoso? Fácil de preparar, delicioso de saborear como entrada ou prato principal. A batata nos dá a energia do carboidrato, a couve é rica em em vitaminas A e C, além de cálcio, fósforo e ferro, quer mais? A carne nos dá a proteína, a "força", mas que pode ser substituída pela soja ou mesmo retirá-la. Experimente fazer com inhame, ao invés da batata e surpreenda seu paladar.

Vamos lá!

Em uma panela, coloque três batatas médias, meia cebola e um dente de alho cortados grosseiramente e um caldo de galinha. Acrescente água e deixe ferver até que a batata cozinhe por completo. Enquanto isso, lave a couve, deixe em solução de limpeza e depois corte o mais fininho que conseguir. Reserve. Cozinhe as carnes em pressão ou fervura e reserve. Após o cozimento das batatas, despeje tudo em um liquidificador, bata por um minuto e devolva à panela. Regue com azeite de oliva a gosto. Misture a couve e deixe ferver por um tempo, acrescendo em seguida as carnes. A consistência deve ser cremosa.

agosto 30, 2009

Passo-a-passo de um projeto residencial


Uma das coisas que aprendi no curso de Decoração de Interiores foi reconhecer o trabalho dos profissionais da área. Eu simplesmente acreditava que todo mundo é capaz de reformar e decorar por conta própria, sem maiores complicações. (Justo eu, administradora, que brigo tanto porque todo mundo acha que administrar é senso comum).

De fato, todo mundo pode dar conta sozinho dessa empreitada. Agora, que contar com ajuda profissional pode ser decisivo para as boas escolhas, não tenho mais dúvida. Os ganhos não são só de tempo, esforço e de sucesso do projeto, mas também financeiros, pois acabamos evitando gastos excessivos, retrabalho na obra ou compras equivocadas na decoração.

Lembro da história de uma jornalista que comprou uma mesa mineira para combinar com as cadeiras de acrílico transparentes que já possuía. Quando recebeu a mesa, uma decepção: a mesa era mais alta que o padrão produzido pelas lojas, o que causou desconforto no sentar. Um olhar atento de um profissional, que mediria a altura dos assentos e dos usuários, poderia ter resolvido o problema, estipulando a altura ideal para a mesa.

Assim, é importante que todos nós conheçamos o trabalho de cada um dos profissionais que nos ajudam a deixar a nossa casa perfeita.

Em um projeto residencial, o ideal é seguir o seguinte passo-a-passo:

1º passo: O arquiteto desenha a planta do imóvel que se quer construir/reformar;

2º passo: O engenheiro (ou empresa de engenharia) analisa a obra e o projeto do arquiteto;

3º passo: O arquiteto analisa as informações do engenheiro e revisa o projeto;

4º passo: O decorador observa todas as questões relacionadas à alvenaria, portas e janelas ( local / estilo/ tamanho), tomadas (interruptor/ telefone/ antena), iluminação (pontos de luz/ lâmpada/ luminária), revestimentos de piso, paredes e teto (tipo/ cor/ aplicação), layout do projeto e a estética. O ideal é que o decorador entre no momento imediatamente anterior à subida de paredes.

5º passo: FENG SHUI (lê-se fong suei) - não tem nada a ver com religião. É uma técnica oriental de harmonização de ambientes. Ajuda na orientação sobre as cores, objetos de decoração e na "saúde" da casa.

6º passo: Home Organizer - Um profissional organiza todos os cômodos da nova casa. Estes profissionais cobram por diária, então acabam sendo contratados para arrumar closets, em especial.

Sempre pensei que "decorador é coisa para ricos". De certa forma, pagar um profissional pode parecer um supérfulo ou caro, quando já temos que gastar com materiais de construção, etc. Mas já existem os que cobram por projeto ou por cômodo, com valores bastante acessíveis. Vale a pena. Grande beijo!

Cursos de decoração e organização

Meu interesse pela decoração de interiores cresce a cada dia. Tenho vontade de fazer um curso superior na área por puro prazer. Estudar é ótimo quando o assunto nos interessa. Enquanto não encontro tempo para os de longa duração, estou fazendo alguns cursos mais curtos, com a proposta de conhecer conceitos e temáticas que possam me ajudar no dia-a-dia. Fiz, então, dos cursos de 16h - Decoração de Residências e Organização de Espaços - com a arquiteta, designer e organizer Rossana Estrella e pretendo dividir com vocês um pouco do que aprendi. Espero que gostem! Beijos!

agosto 17, 2009

Coisas da Itália


Quando viajo, sinto necessidade de trazer algo que sirva de lembrança do lugar. Adoro ímãs de geladeira em especial e os amigos ajudam a ampliar a coleção. Não deixo de visitar os mercados e as feirinhas das cidades, pois é um programa que curto bastante.
Mas sempre que vou à Teresópolis, PRECISO passar na feirinha do Alto e trazer prá casa os produtos artesanais de um senhorzinho italiano que vende o melhor molho de tomate que já provei. E já que estava lá mesmo, trouxe também tomate seco e a tradicional sardela. Não resisti. Agora estou aqui imaginando o que fazer com eles. Alguma sugestão? ;-)

agosto 16, 2009

Flores secas


Passar o final de semana fora de casa é um santo remédio para qualquer estresse ou desânimo. Sair da rotina, dormir em outra cama que não a sua gera movimento, o corpo percebe a mudança. Se vier acompanhado de bons amigos, clima de montanha, ar puro, comidinhas que aqueçam o corpo e a alma...hum... melhor ainda.

Este final de semana estive na casa da Diná (amiga que me apresentou ao marido anos atrás) em Teresópolis, lugar que adoro. Aproveitei para enriquecer este espaço com as particularidades que encontro na casa de amigos. Um olhar mais atento e pronto: encontramos uma idéia, pronta para ser copiada.

Confesso que tenho um pouco de resistência ao uso de flores artificiais na decoração. Prefiro as naturais, sem dúvida, embora as primeiras já consigam imitar as outras com perfeição e requinte. Quando me deparei com esse arranjo tão despretencioso na casa da Diná, foi amor à primeira vista. Gostei demais da combinação da jarra bojuda de metal prateado com as flores secas que vendem ali, na feirinha de artesanato de Teresópolis. Simples e gracioso, como tudo deveria ser.

agosto 12, 2009

Mar de leite


Por baixo, a areia fina, leve, que sopraria caso não fosse sobreposta pelo mar... de leite.

Na cozinha do vizinho encontramos preciosidades. Foi o caso desse pavê de doce de leite que encontrei no site da Dadivosa tempos atrás. Já fiz duas vezes, mas as fotos nunca ficavam boas. Agora chegou a hora de postar aqui essa receita tão clássica, tão "antiguinha" e que é uma delícia. Lembra os doces de vó, os que não esquecemos.

Ingredientes:
4 gemas 8 colheres de sopa de açúcar - usei menos
150 g de manteiga em temperatura ambiente - recomendo a da marca Aviação
2 latas de creme de leite sem soro
1 a 2 xícaras de leite
2 1/2 pacotes de biscoito maisena
1 1/2 lata de doce de leite (ou uns 500 g) - usei o da marca Aviação também
150 g de castanha de caju moída - pode-se substituir por cerejas em calda para decorar

"Com o auxílio da batedeira, faça uma gemada bem clarinha batendo bem o açúcar com as gemas. Adicione a manteiga e bata até incorporar. Junte o creme sem soro e bata até o creme ficar homogêneo e reserve. Inicie a montagem: faça uma camada fina de creme no fundo da travessa, vá passando os biscoitos rapidamente no leite e colocando-os lado a lado, bem juntinhos. Cubra com um pouco de creme, nova camada de biscoitos e assim por diante, finalizando com os biscoitos. Misture bem o doce de leite com uma colher, para desmanchar. Leve-o ao microondas por um minutinho, para ajudar. Cubra os biscoitos da última camada com uma generosa e caprichada porção de doce de leite. Polvilhe a castanha de caju e leve à geladeira. Sirva no dia seguinte, bem geladinho." Obrigada, Dadivosa!

Foto: J. C. Rocha